El vino da brillantez a las campiñas, exalta los corazones, enciende las pupilas y enseña a los pies la danza. José Ortega y Gasset (1883-1955).

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

A peculiaridade do suco de uva brasileiro



Uma das virtudes de todo suco natural é ter características organolépticas marcantes da fruta que o gerou, aponta o enólogo Adolfo Lona. No caso dos sucos de uva, os provenientes de variedades de origem europeia, utilizadas para obter vinhos finos como Chardonnay, Riesling, Merlot e Cabernet Sauvignon, não apresentam as características da casta. “São neutros, sem graça”, diz ele. “Já os elaborados a partir de uvas da espécie Americanas e/ou híbridas como Concord, Seibel e Isabel – abundantes na Serra Gaúcha – são extremamente ricos em aromas e gosto de uva”, assegura Lona.

É por este motivo que o suco brasileiro é muito apreciado e raro, porque na grande maioria dos países produtores o cultivo das espécies americanas é proibido, como na França, por exemplo. Tradicional produtor e exportador de suco concentrado, o Rio Grande do Sul possui indústrias existentes desde a década de 70, estando entre as mais modernas do mundo. Adolfo Lona garante que o consumidor que provar o suco de uva brasileiro irá descobrir um produto natural, puro, integral e sem álcool. E mais: “que reúne todos os benefícios à saúde que os derivados das uvas tintas oferecem devido à presença do resveratrol”.

“O suco de uva pode ser incluído na dieta de crianças e pessoas idosas, casos em que bebidas alcoólicas não são indicadas”, ressalta apesquisadora Caroline Dani, que ao lado de Livia Oliboni, João Henriques e Mirian Salvador realizaram estudos cujos resultados mostraram que os sucos de uva, tanto branca quanto tinta, são ricos em compostos bioativos capazes de diminuir o dano causado pelo estresse oxidativo, auxiliando na prevenção de muitas doenças relevantes, como câncer, doenças cardiovasculares e neurológicas. “A uva, que é a variedade de fruta mais cultivada no mundo, e o seu suco, induzem uma importante atividade antioxidante, antiplaquetária, antitumoral e antimutagênica”, argumentam.

Fonte: Assessoria de Imprensa do IBRAVIN

Ibravin projeta safra de uva 15% maior

Projeção mostra uma colheita superior a 600 milhões de quilos de uva no Rio Grande do Sul, estado responsável por cerca de 90% da produção brasileira de uvas.
A safra de uva 2010/2011 no Rio Grande do Sul deve ser uma das melhores da década. A quantidade colhida deve crescer pelo menos 15%, mais de 80 milhões de quilos em relação à safra passada, segundo estimativa do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin). “Devemos colher mais de 600 milhões de quilos de uva”, projeta o presidente do Conselho Deliberativo do Ibravin, Júlio Fante. Na safra anterior, 2009/2010, foram colhidos534 milhões de quilos de uva nos parreirais gaúchos, responsáveis por cerca de 90% da produção brasileira de uva e derivados. “Estamos tendo um bom equilíbrio entre chuva e sol”, afirma.
Em termos qualitativos, Fante projeta uma safra igual ou superior a de 2005, considerada a melhor da década. “Além do clima que está sendo favorável, agora as empresas estão melhor capacitadas, investiram em novas tecnologias e possuem mais conhecimento para elaborarem produtos de qualidade superior”, argumenta. Em 2005, como agora, o Rio Grande do Sul foi afetado pelo fenômeno La Niña, que resulta em clima mais seco, com menos incidência de chuvas. “É o mínimo que a videira precisa para produzir uvas de qualidade”, observa.

O diretor-executivo do Ibravin, Carlos Raimundo Paviani, também aposta em uma safra maior devido a novas regiões de cultivo implantadas nos últimos anos e que só agora entram definitivamente em produção. “Estamos expandindo a área produtiva de uva na serra gaúcha e em outras regiões, como a campanha, a serra do sudeste e inclusive o norte do Estado”, informa.

Este ano, o preço mínimo do quilo da uva teve valorização de 13%, aumentando de R$ 0,46 para R$ 0,52. “O mercado de espumante e suco de uva está em franco crescimento e as indústrias precisam de matéria-prima farta e de qualidade”, comenta Paviani. “A perspectiva é muito boa”.

Produção de uvas nos últimos oito anos, em milhões de quilos:

Safra              Viníferas       Comuns       Total
2003/2004     43,3                340                 383,3
2004/2005     62,6                516,4              578,9
2005/2006     70,7                422,6              493,3
2006/2007     56,6                367                 423,6
2007/2008     72,2                498,4              570,6
2008/2009     83,8                550,5              634,3
2009/2010     72,1                462                 534,1
2010/2011*   86,1                528,1              614,2

*Estimativa do Ibravin

Fonte: Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin)

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Espumantes da Vinícola Milantino





BRUT: Elaborado a partir das variedades Chardonnay e Pinot Noir, o Espumante Brut é produzido pelo processo tradicional francês, champenoise. Possui perlage fino e prolongado, deixando na boca agradável sensação de cremosidade. Acompanha as principais refeições, desde a entrada até a sobremesa.Temperatura ideal para consumo: de 5° a 7°C.


MOSCATEL: Elaborado a partir das uvas Moscato Giallo, o Espumante Moscatel é produzido pelo processo charmat. Possui perlage com borbulhas finas e em grande quantidade. Seu sabor é doce, equilibrado e refrescante. Ideal para acompanhar coquetéis, doces, sobremesas e sorvetes.Temperatura ideal para consumo: de 5° a 7°C.

EXTRA BRUT CHAMPENOISE: Elaborado a partir das variedades Chardonnay e Pinot Noir, o Espumante Brut é produzido pelo processo tradicional francês, champenoise. Possui perlage fino e prolongado, deixando na boca agradável sensação de cremosidade. Acompanha as principais refeições, desde a entrada até a sobremesa.Temperatura ideal para consumo: de 5° a 7°C.

BRUT ROSÉ: Espumante límpido e brilhante, de coloração salmão, originado das uvas Pinot Noir e Gamay Beaujolais pelo processo Champenoise. Apresenta perlage fino e persistente e acompanha peixes e frutos do mar, aperitivos e sobremesas.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Itália lidera produção de espumantes em 2010

Com 380 milhões de garrafas produzidas em 2010, a Itália alcança a primeira posição no ranking mundial de espumantes, a França vem em segundo com 370 e a Espanha em terceiro com 320. Veja a lista dos principais produtores:

Itália380.000.000
França370.000.000
Espanha320.000.000
Alemanha310.000.000
Russia300.000.000
USA70.000.000
Hungria70.000.000
Austrália25.000.000
Canadá16.000.000
Outros166.000.000
Total2.000.000.000

A exportação de espumantes italianos, durante o período de natal e ano novo, deve atingir 150 milhões de garrafas, o consumo interno é de 40.000.000. Asti e Prosecco são os campeões, o preço médio no mercado atacadista varia entre 4 e 8 euros, podendo chegar a 18,00 nas lojas especializadas.
link original: Associazioni Enologi Enotecnici Italiani

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Espumante Garibaldi Premium Brut

Riesling e Trebbiano são as duas castas utilizadas na elaboração deste espumante da Garibaldi, uma rara e perfeita combinação. São cultivadas há décadas na serra gaúcha, onde provaram boa adaptação às nossas condições climáticas. Trebbiano Toscano, Ugni Blanc ou Sait Emilion, como também pode ser chamada, é bastante cultivada na Itália, onde origina vinhos brancos secos e participa na composição do Chianti e, nas regiões francesas de Cognac e Armagnac, produz vinhos para destilados muito apreciados pelo mundo afora. Neste espumante, a acidez, o mineral e o cítrico vem da Riesling, a suavidade e o frutado sútil da Trebbiano. Bem elaborado, excelente relação custo/benefício: R$13,50/US$7,94 - preço de supermercado. Produz espuma abundante ao servir, perlage intenso com borbulhas médias, efervescência persistente, falta um pouco de agulha, mas vale a compra. Beber a 6 - 8 ºC. Acompanha bem peixes, crustáceos, moluscos e valvulados, massas e pizzas leves, muito bom para um final de tarde descontraído ou, então, para uma inocente entrada de noite.
Recebeu Medalha de Ouro no Concurso Internacional de Vinhos e Licores "La Mujer Elige" de Mendoza, Argentina, em 2010.
Álcool: 12,5%

sábado, 25 de dezembro de 2010

Noite Feliz



Minha mensagem de fim de ano aos leitores, seguidores e amigos deste blog. A letra desta canção de Joseph Mohr (1792 - 1848) foi musicada pelo violonista Franz Gruber na véspera do Natal de 1818. Desejo a todos uma boa entrada de ano, muita paz, saúde e felicidade!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Todos os vinhos da presidenta

Não vou comparecer na cerimônia do Itamaraty, ainda não recebi o convite, mas, mesmo que a carteira de minha rua apareça com um registrado de última hora, não vou aceitá-lo. Já decidi que não vou, não quero ir, não estou a fim, que se danem os salões do terceiro piso do palácio, os jardins suspensos do grande terraço e a vista enjoativa do congresso, prefiro encontrar meus amigos verdadeiros. Vou reservar mesa nalguma calçada da rua da Olaria e convidar o pessoal: Francesca Testarossa, Heloisa Parangolé, Don Salito de los Espantos, Victoria Schumacher, Artur Witt, as gregas da Cavalhada, Sidnei Nabokowski e a brava companheira Verinha.
Já fiz o levantamento de custos, dividindo a conta por dez, ficará em trinta reais e ainda sobra algum para pedir um sanduiche aberto ou uma travessa de picadinho misto com azeitonas descaroçadas e pepinos em conserva. Tem mais o pagamento da rolha e o couvert artístico, se for dia de música. Prova medida e comedida, 75 ml do Chardonnay Reserva, 75 do Brut, 75 do Merlot Storia e 75 do Cabernet Gran Reserva, nesta ordem solene, sobriedade que o momento exige.
Depois, podemos dar uma esticada no Clube da Saudade, para relembrar os tempos em que nossa nova mandatária costumava ser a rainha daquele casarão bailançante.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Vinho brasileiro será servido na posse de Dilma Rousseff como presidenta do Brasil

A festa de posse da nova presidenta do Brasil Dilma Rousseff será regada a vinho brasileiro. A cerimônia, em 1º de janeiro de 2001, para 2 mil convidados, terá vinhos e espumantes da Vinícola Casa Valduga. Assim, chefes de estado do mundo inteiro, como a secretária americana de Estado, Hillary Clinton, além de senadores, deputados, empresários e autoridades em geral poderão conferir uma boa amostra da alta qualidade da viticultura brasileira.

A eleição da Casa Valduga para o evento veio por meio de licitação, que incluiu critérios técnicos e qualitativos. Foram exigidos, por exemplo, tempo de maturação em barricas de madeira para os tintos, exclusividade do método champenoise para os espumantes e número de premiações internacionais de maior relevância, entre outros. A obrigatoriedade de servir vinhos brasileiros nos eventos oficiais do governo federal foi instituída pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Casa Valduga e Aurora venceram as concorrências públicas realizadas pelo Itamaraty para abastecer os eventos oficiais do governo brasileiro com produtos nacionais.

Para a recepção de posse de Dilma, que ocorrerá no terceiro andar do Palácio do Itamaraty, onde há vários salões e um grande terraço com jardim e vista para o Congresso Nacional, foram selecionados o vinho branco Casa Valduga Chardonnay Gran Reserva, o espumante Casa Valduga Brut Premium e os tintos Casa Valduga Cabernet Sauvignon Gran Reserva e Storia Merlot, ícone da vinícola gaúcha.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Formação Básica de Chef de Cozinha - Turma XIX

Clique para ampliar
Estão abertas inscrições para o curso de formação básica de Chef de cozinha  na UCS-ICIF. A Escola de Gastronomia estará de férias coletivas até o dia 16 de janeiro de 2011, mas as inscrições podem ser feitas pela internet..
Informações:
Escola de Gastronomia UCS-ICIF
Av. Vindima, 1000 - Parque de Eventos Eloy Kunz - Bairro Vindima
Flores da Cunha - RS - Cep 95270-000
Fone/fax 55 54 32921188 e/ou 3292 3071

www.ucs.br/ucs/extensao/escolagastronomia
gastronomia@ucs.br

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Chardonnay Reserva Casa Venturini

Elaborado com uvas cultivadas em Santana do Livramento, na região da Campanha do Rio Grande do Sul, é o varietal mais destacado da Casa Venturini. Por quatro anos consecutivos, foi apontado entre os vinhos mais representativos da safra, na Avaliação Nacional de Vinhos, realizada pela Associação Brasileira de Enologia ( 2007, 2008, 2009 e 2010) e vem conquistando medalhas em diversos concursos internacionais como Bacchus, Chardonnay du Monde, Challenge International du Vin entre outros.
Produção 6.500 garrafas.
Aspecto visual excelente, um amarelo palha com tons esverdeados, está límpido e brilhante. Nariz tropical de intensidade agradável onde mesclam-se abacaxi, maracujá,  um pouco de goiaba, trazendo algo cítrico no fundo. Na boca, repete as mesmas impressões, tem boa acidez, frescor, intensidade moderada e persistência final apropriada para seu estilo.
Na ANV 2010 recebeu 89 pontos de Susanne Kranz, professora e sommeliere sueca que bem destacou seu grande  potencial.